sexta-feira, 30 de maio de 2008

Tour Etílico.


O sol já ia se pondo, quando saí do Braca, parti em direção ao Catete, para encontrar o Moa, ao chegar como já era de se esperar, encontro também o baiano, quase um promoter etílico do lugar, ficamos ali escutando suas histórias, na companhia do amigo Chico Paula Freitas, histórias um pouco exageradas, mas sempre verdadeiras. A ultima foi a do hotel para solteiros, ali nas imediações do Catete, Baiano dizia que o hotel era tão ruim, tão ruim, que o cara que fosse para lá reativava o casamento na mesma hora, para o camarada ir ao banheiro pela manhã, tinha que pegar uma ficha no dia anterior, e geralmente já estava no numero 18 ou 19, os vizinhos, de corredor quase em sua maioria, estavam sempre fungando de mais, (devia ser a rinite), e o lençol que maravilhaaaaa, parecia que tinha carrapicho de tão bom, com isso tudo baiano muito chateado ligou para recepção, e reclamou do lençol, disse que no momento não desejava seções de acompultura, e prontamente foi orientado pelo atendente a virar o lençol do lado ao contrario, que serviço espetacularrrr, melhor que isso só o hotel popular da Rosinha e do Garotinho, por falar nisso deixa pra lá, quem gosta de escachar os outros é o Vagner Montes.Mas essa era apenas a primeira parada de uma longa jornada, seguimos para a Adega pérola, que fica na Siqueira Campos em Copacabana. Sempre muito agradável, com aquele clima de botequim do subúrbio, uma bancada de petiscos (para os mauricinhos acepipes), que dispensa comentários. Eu e o Moa, ficamos ali discutindo sobre assuntos de interesses alheios, enquanto esperávamos o grande Guilherme Stuart, pesquisador e responsalvel guia Rio Botequim e o Eduardo Maia, responsável pelo festival Comida de Buteco. Bebemos mais um pouquinho, comemos uma moela e uma berinjela e partimos para a terceira parada da noite .....

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