Ai papaiii !!!!>> Chegou a sexta, e sexta-feira 13.
Depois de ter passado a quarta e a quinta fazendo mudança, carregando cama, sofá, geladeira ... com esse corpitcho avantajado que Deus me deu, estava realmente com muita sede. Marquei com o Eduardo Maia, para comerçamos cedo, mais uma de nossas caminhadas. Essa um tanto especial, pois seguia pelo meu suburbãooo.
Nos encontramos por volta de uma hora no Braca para o risoto de camarão de sexta, que é algo imperdível, sou suspeito de falar né ?!?! Barrigas forradas, seguimos em direção à Ilha do Governador. Todas às vezes que entro na Ilha e vejo a Baía de Guanabara, ali de cima do viaduto, bate uma nostalgia muito gostosa. Que saudade da minha Ilha !!! Dizem que se você morou na Ilha pode até sair de lá, mas a Ilha nunca sai de você !!!! E comigo essa regra funciona.
A primeira parada foi no bar Capitania dos Copos, que fica situado no Tubiacanga, uma antiga vila de pescadores, atrás da pista do aeroporto, o lugar é diferente de tudo que existe no Rio, só tem uma entrada, que é por uma estradinha de uns três quilômetros muito sinistra, mato de um lado e do outro e carcaças de carros depenados ao longo, mas faz parte. O bar fica na beira da baía de Guanabara com direito a pier e barquinhos de pescadores ao fundo, o ambiente é único e merece a visita. Pedimos uma Original que desceu macio. Esperamos o Doca e sua família que acabara de chegar de BH, o dia estava prometendo. Os petiscos foram o ponto fraco do Capitania, o pastel de camarão com catupiry, não tinha catupiry e os microlésimos camarões eram questões de sorte, a sardinha, também não agradou, mas como já disse, o ambiente é único e merece a visita.
A segunda parada foi o Rei do Bolinho de Bacalhau, que fica no Tauá, na avenida Paranapuã, (o melhor bolinho de bacalhau do Rio), sem a menor dúvida. É algo inexplicável, crocante por fora, macio por dentro, douradinho, com o sal no ponto, super seco, muito, muito, mais muito bom !!!! O chope é razoável, o pastel de camarão, tem muitos camarões, mas não é aquele pastel. O bolinho de lá é um patrimônio da cidade, merecia ser tombado.
A terceira parada foi em um dos meus botecos preferidos, o Pontapé. Bar de uma senhora portuguesa, a dona Rose. O bar fica na Ribeira, que é um dos bairros mais charmosos do Rio. Escondidinho e pequeno, o bar reserva grandes surpresas, sua cozinha prima pelo carinho e atenção aos temperos, difícil comer algo que não seja de qualidade no boteco da dona Rose. O maitre, que é garçom, que é gerente é de uma simpatia ímpar e esta sempre disposto a uma boa prosa. Não vou indicar um prato pois gosto de quase tudo que se serve, sempre acompanhada de cerveja gelada e de copos muito limpos. É mais do que indicado por este blog.
Seguimos em direção a Olaria, estávamos procurando a rua Custódio Nunes, e eu malandrooo do subúrbio pensei, quase tudo em Olaria é Nunes : Rua Doutor Nunes, Filomena Nunes e por aí vai. Me ffff... A rua era em Ramos, ao lado da Gonzaga Duque famosa pelas suas festas juninas, mas como diz o Doquinha: - Bom também !!!! Eles adoraram conhecer aquelas ruazinhas do subúrbio, onde naquela região ainda guardam suas características originais, eu nem preciso falar né, fico todo bobo, quando alguém se identifica com o meu suburbãooo. E por falar nisso, fomos ao Chopão de Ouro, mais conhecido como bar da dona Dongiza. O bar estava lotado, mesinhas espalhadas pela calçada, um astral sensacional. Cerveja gelada, petiscos caprichados, um ótimo caldinho de mocotó. Vou voltar ali mais algumas vezes com certeza.
A quinta parada seria no bar da Jô, no Cachambi. Mas o bar fechou, e para não perdemos a viagem, paramos em uma padaria bem ao lado da igreja de Santo Antonio, e ainda era dia dele. O doca se enturmou com uma rapaziada que estava lá bebendo enquanto esperávamos o Guilherme Stuart chegar, nesse meio tempo acaba a missa e começa o foguetório, coisa bonita. Doca se ajoelha e pede para o Santo arrumar um marido para Cida, sua irmã, e todo mundo começa a zoar e rir junto com a gente, coisas do subúrbio. Nos despedimos da padaria inteira e fomos para Higienópolis comer um caldo de galo, no boteco do Paulinho, e outra triste surpresa, fechou também.
Para encerrar, fomos beber uma saideira com a Katita, no Aconchego Carioca. Quando chegamos lá, nos deparamos com uma faixa dizendo "Somos amigos do Doca". A resenha comeu solta até altas horas e no sábado tinha muito mais, mais muito mesmo .....
Depois de ter passado a quarta e a quinta fazendo mudança, carregando cama, sofá, geladeira ... com esse corpitcho avantajado que Deus me deu, estava realmente com muita sede. Marquei com o Eduardo Maia, para comerçamos cedo, mais uma de nossas caminhadas. Essa um tanto especial, pois seguia pelo meu suburbãooo.
Nos encontramos por volta de uma hora no Braca para o risoto de camarão de sexta, que é algo imperdível, sou suspeito de falar né ?!?! Barrigas forradas, seguimos em direção à Ilha do Governador. Todas às vezes que entro na Ilha e vejo a Baía de Guanabara, ali de cima do viaduto, bate uma nostalgia muito gostosa. Que saudade da minha Ilha !!! Dizem que se você morou na Ilha pode até sair de lá, mas a Ilha nunca sai de você !!!! E comigo essa regra funciona.
A primeira parada foi no bar Capitania dos Copos, que fica situado no Tubiacanga, uma antiga vila de pescadores, atrás da pista do aeroporto, o lugar é diferente de tudo que existe no Rio, só tem uma entrada, que é por uma estradinha de uns três quilômetros muito sinistra, mato de um lado e do outro e carcaças de carros depenados ao longo, mas faz parte. O bar fica na beira da baía de Guanabara com direito a pier e barquinhos de pescadores ao fundo, o ambiente é único e merece a visita. Pedimos uma Original que desceu macio. Esperamos o Doca e sua família que acabara de chegar de BH, o dia estava prometendo. Os petiscos foram o ponto fraco do Capitania, o pastel de camarão com catupiry, não tinha catupiry e os microlésimos camarões eram questões de sorte, a sardinha, também não agradou, mas como já disse, o ambiente é único e merece a visita.
A segunda parada foi o Rei do Bolinho de Bacalhau, que fica no Tauá, na avenida Paranapuã, (o melhor bolinho de bacalhau do Rio), sem a menor dúvida. É algo inexplicável, crocante por fora, macio por dentro, douradinho, com o sal no ponto, super seco, muito, muito, mais muito bom !!!! O chope é razoável, o pastel de camarão, tem muitos camarões, mas não é aquele pastel. O bolinho de lá é um patrimônio da cidade, merecia ser tombado.
A terceira parada foi em um dos meus botecos preferidos, o Pontapé. Bar de uma senhora portuguesa, a dona Rose. O bar fica na Ribeira, que é um dos bairros mais charmosos do Rio. Escondidinho e pequeno, o bar reserva grandes surpresas, sua cozinha prima pelo carinho e atenção aos temperos, difícil comer algo que não seja de qualidade no boteco da dona Rose. O maitre, que é garçom, que é gerente é de uma simpatia ímpar e esta sempre disposto a uma boa prosa. Não vou indicar um prato pois gosto de quase tudo que se serve, sempre acompanhada de cerveja gelada e de copos muito limpos. É mais do que indicado por este blog.
Seguimos em direção a Olaria, estávamos procurando a rua Custódio Nunes, e eu malandrooo do subúrbio pensei, quase tudo em Olaria é Nunes : Rua Doutor Nunes, Filomena Nunes e por aí vai. Me ffff... A rua era em Ramos, ao lado da Gonzaga Duque famosa pelas suas festas juninas, mas como diz o Doquinha: - Bom também !!!! Eles adoraram conhecer aquelas ruazinhas do subúrbio, onde naquela região ainda guardam suas características originais, eu nem preciso falar né, fico todo bobo, quando alguém se identifica com o meu suburbãooo. E por falar nisso, fomos ao Chopão de Ouro, mais conhecido como bar da dona Dongiza. O bar estava lotado, mesinhas espalhadas pela calçada, um astral sensacional. Cerveja gelada, petiscos caprichados, um ótimo caldinho de mocotó. Vou voltar ali mais algumas vezes com certeza.
A quinta parada seria no bar da Jô, no Cachambi. Mas o bar fechou, e para não perdemos a viagem, paramos em uma padaria bem ao lado da igreja de Santo Antonio, e ainda era dia dele. O doca se enturmou com uma rapaziada que estava lá bebendo enquanto esperávamos o Guilherme Stuart chegar, nesse meio tempo acaba a missa e começa o foguetório, coisa bonita. Doca se ajoelha e pede para o Santo arrumar um marido para Cida, sua irmã, e todo mundo começa a zoar e rir junto com a gente, coisas do subúrbio. Nos despedimos da padaria inteira e fomos para Higienópolis comer um caldo de galo, no boteco do Paulinho, e outra triste surpresa, fechou também.

Para encerrar, fomos beber uma saideira com a Katita, no Aconchego Carioca. Quando chegamos lá, nos deparamos com uma faixa dizendo "Somos amigos do Doca". A resenha comeu solta até altas horas e no sábado tinha muito mais, mais muito mesmo .....
2 comentários:
Tá tudo muito bom, tá tudo muito bem...Mas...Me inclui no próximo tour!!!!!
Abração,
Teo
Hahah! eu tava la
Abs,
LEANDRO
Ps.. vamos acrescentar no proximo TUR a mais nova Chopperia do RIO!!!
O CHOPPLECO!!!
Postar um comentário