quarta-feira, 27 de agosto de 2008

. Comida di Buteco .

O festival comida di buteco do Rio de Janeiro, chega ao fim essa semana, e já vai deixando saudades. Dês do dia primeiro deste mês, o festival vem acontecendo em trinta bares da cidade do Rio de janeiro, da Penha ao Leblon, da a Jacarepaguá, de copa ao Grajaú, o festival apesar de todas as dificuldades mobilizou cidade.
O Festival comida di Buteco oficial é realizado pela CDB produções, e só havia acontecido em cidades do interior de minas, e em Belo Horizonte, onde é um fenômeno (Aqui). Porem, sobretudo, todaviaaaaa ... O Rio mais uma vez tirou ondaaaa... Por ser o primeiro ano o festival contou com pouco apoio, o que quer dizer verba escassa. Nem a nossa digníssima prefeitura deu qualquer tipo de incentivo ao festival, que contou com a co-realização do SINDIRIO e o patrocínio do curso de gastronomia da UNISUAM. (Palmas para eles ....)

Essa falta de recursos, foi suprida com o grande apoio da impressa, que abraçou o evento, sem esquecer, tudo que é noticiado em terras cariocas ressoa pelo pais inteiro. Com uma campanha de marketing sensacional que focou na vinda da família Real, elaborada pelo meu grande amigo João Bosco e com a participação da produtora cultural Regina Libonati, que se dedicou em tempo integral nesse mês de agosto ao festival, e fez brilhantemente o meio de campo entre os organizadores e os bares .

O Rio tem um ingrediente a mais, o povo gosta é da rua, e o festival foi mais uma desculpa para o povo sair pelas ruas da cidade rodando os bares participantes, e o que me enche de orgulho é ver varias pessoas se organizando para rodar os bares do nosso subúrbio, muitas vezes descriminados por essa onda de dizer que no subúrbio só existe violência, e foi aí que o festival mostrou sua verdadeira força, e provou a todos que não existe uma cidade divida e que existem bares com a verdadeira alma de um grande boteco por toda essa cidade. O pior mês para todos os bares da cidade, se reverteu em casas lotadas com publico diferenciado, envolvido no espírito de confraternização que o festival promove, fazendo com que a nossa "alta baixa gastronomia" fosse valorizada como nunca.

Não falo como responsável pelo Braca, mas sim como um dos maiores incentivadores do festival, que graças ao nosso Santo guerreiro supero e muito as minhas expectativas. A maior realização foi ver bares como: Original do Bras lotado, Enchendo lingüiça lotado, Pettit Paulet lotado, bares que são relativamente novos e desconhecidos sendo descorbetos pelo grande publico. Alem dos bares já tradicionais e reconhecidos como: O Aconchego Carioca, Pavão Azul, Gracioso, e outros, que estiveram com a casa cheia durante todos os dias.
Já perdi a conta de quantos bares fui nesse mês de agosto, fiquei até meio sumido deste blog, mas é que botequim que se preze, não tem conexão “wireless”. Tem muita história ainda para contar desse memorável mês de agosto, histórias como a da caravana de butequeiros de BH, que conseguiram chegar ao bar Urca com um ônibus que era maior que a própia Urca ............


Abção ...

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