quinta-feira, 29 de maio de 2008

Aperitivo


Queridos amigos,
começo hoje a perturbar a vida de vocês, com as minhas criticas, sugestões e mais alguma coisa que vier na cabeça, sem pretensão nenhuma, de entra para a academia brasileira de letras, mas sim com a vontade de expor o meu ponto de vista ((um tanto esquisito; reconheço)), mas também passando a todos algumas informações e curiosidades desses balcões e mesas de botequins que freqüento assiduamente única e exclusivamente por obrigação ((( Eta trabalho duro ))), a de se dizer que prefiro balcões.
E como sou uma pessoa extremamente responsável, vou encerrando por aqui, pôs tenho um grande “trabalho”, para as próximas horas, vou com o Moa, encontrar o grande amigo Eduardo Maia, para mais um tour etílico, pelo Rio, mas isso já é assunto para a próxima postagem.
Um grande abraço ...

Um comentário:

Aline Calixto disse...

Duplo e interessante sentido permeia a palavra SER no contexto em destaque. Não se sabe ao certo se por acaso ou propositalmente, o “suburbanocarioquense” (ótimo adjetivo!), utilizou-a para sintetizar a mais pura e genuína genética do pragmático “ser carioca”. De acordo com entendedores do assunto, o verbo ser é da 2a. conjugação, por causa da vogal temática "a”, mas enfim.... o que realmente nos convém é compreender que o “Ser Carioca” nesse contexto coloca importante e induvidável afirmação que ser carioca é algo supra sumo, digno de orgulho e admiração, carinho e devoção rogados pelo simples fato de ter construído vivências em terras cariocas, bem como poder experimentar dos prazeres degustativos, etíticos e, é claro sambísticos dessa arena da boemia. Sou eu também criatura que comunga dessa idéia, embora tenha sido criada em terrinha tão danada de boa! (eita Minas!).
Do outro ser, sei que trata da nomenclatura humana, Ser. Um ser; o ser; meu ser; ser... tão somente basta-me por momento. “Ser ou não ser carioca”, eu sou e ponto. E faço gosto dos cariocas (um em especial).
E convenhamos, essa mistura “ser carioca” e “suburbano”, é mistura de pleno deleite e pulsatividade, é boa fora do sério! Bom demais da conta!
E tenho dito.

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